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Sua actualidade |
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Ana Maria Javouhey - recusa a escravatura porque ela sabe que “filhos do Pai comum”, todos os homens são amados por Deus e chamados à felicidade, à plenitude da vida, libertando neles a imagem do seu Criador. - tem o cuidado de fazer existir o outro; os seus métodos de educação respeitam a autêntica natureza humana: “Os homens livres não se constrangem, persuadem-se”. - compreende a importância da família, da propriedade, do trabalho, do respeito pela natureza, para tornar as pessoas conscientes do seu próprio valor e da sua responsabilidade na sociedade. - sabe discernir, numa época de perturbação e de profundas mutações, os apelos do seu tempo e dar-lhes respostas preparando assim um futuro melhor.
- cria
as condições necessárias para fazer evoluir as situações que ela
considera intoleráveis, ela analisa-as e propõe soluções e meios a
empregar. - não se contenta em levar um remédio paliativo para o mal que encontra mas vai às suas raízes para o extirpar. - dedica-se, com as suas Irmãs, aos doentes mentais e em dar-lhes um rosto humano quando os encontra presos e abandonados. - acredita na capacidade de cada povo, de cada pessoa para assumirem os seus próprios destinos. - ajuda os jovens Africanos que desejam ser padres, apesar dos preconceitos da época. - pratica a inculturação: “conservaremos tudo o que é possível dos costumes simples que convêm ao clima; só se reformará o que não for bom.” - demonstra a influência das mulheres e a sua capacidade para fazer evoluir as sociedades; como mulher, ela própria se adianta aos costumes do seu tempo para poder realizar a sua “missão”. - é aberta ao universal, olha com benevolência as culturas desconhecidas, lança as suas Irmãs em longas e perigosas viagens e ela própria as faz para anunciar a Boa Nova do Amor de Deus onde não é conhecido. (C. 65)
Será que no nosso mundo actual, encontramos também situações que nos convidam a reagir como fez Ana Maria Javouhey no século XIX?
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